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terça-feira, 20 de outubro de 2009

acontece na italia 10/09

........nal dos bispos italianos Avvenire rejeitou, em um editorial publicado esta terça-feira, a proposta de introdução do ensino religioso islâmico nas escolas do país, sugerida pelo vice-ministro de Desenvolvimento Econômico, Adolfo Urso, no último sábado.

"O Estado pode esperar que nos programas das matérias ensinadas em qualquer ordem e grau se dê espaço adequado ao conhecimento sobre o Islã", explica o texto. Todavia, "não é possível imaginar, ao menos do ponto de vista jurídico, uma hora de religião islâmica como paralelo da hora de religião católica".

O jornal dos bispos apoia sua opinião dizendo que o catolicismo descende de uma obrigação assumida internacionalmente pela Itália em um acordo assinado com a Santa Sé, que goza, portanto, de cobertura constitucional. J.....

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

RAMADAN enviado por Sheikh.Khaled Taky El Din

O mês de Ramadan nos ensinou sentirmos que estamos sendo observados por Allah. Jejuávamos em segredo e manifestamente, pela nossa convicção de que Allah conhece tudo a nosso respeito, tem ciência dos nossos atos. Sentimos a Sua observação e, por isso, tememos desobedecê-Lo, e não por causa das pessoas.
"A Allah pertence tudo quanto há nos céus e na terra. Tanto o que manifestais, como o que ocultais, Allah vo-lo julgará. Ele perdoará a quem desejar e castigará a quem Lhe aprouver, porque é Onipotente." (2:284).



 Sheikh.Khaled Taky Eldin
مدير الشؤون الاسلامية
Diretor de assuntos Islâmicos
Federação das associações muçulmanas do Brasil

ABSURDAMENTE O GOVERNO SUIÇO DESCONHECE O QUE SEJA O ISLÃ

15 de Outubro de 2009 - 23:00

Governo suíço é contra proibição de minaretes

Ministra da Justiça, Eveline Widmer-Schlumpf, durante conferência de imprensa, em Berna (15/10/09).
Legenda da foto: Ministra da Justiça, Eveline Widmer-Schlumpf, durante conferência de imprensa, em Berna (15/10/09). (Keystone)

"A proibição da construção minaretes poderia dar um impulso a fanáticos", adverte a ministra suíça da Justiça, Eveline Widmer-Schlumpf. Em entrevista coletiva à imprensa, em Berna, ela explicou que o Conselho Federal (Executivo suíço) se opõe claramente à iniciativa popular a ser votada em 29 de novembro.

"A iniciativa popular contra a construção de minaretes contradiz direitos humanos fundamentais e ameaça a paz religiosa", disse Eveline Widmer-Schlumpf, nesta quinta-feira (15/10). Ela é imprópria para agir contra o extremismo religioso e até ameaça dar um novo impulso para fanáticos, acrescentou a ministra.
Os autores da iniciativa popular propõem incluir na Constituição suíça a seguinte frase: "A construção de minaretes é proibida". Eles dizem que não são contra o Islã e sim contra um símbolo político do Islã.
Segundo a ministra, a proibição da construção de minaretes estaria em clara contradição com os valores centrais da Suíça e com princípios e direitos fundamentais garantidos na Constituição Federal. A liberdade religiosa não só protege a convicção religiosa interior, mas também as expressões exteriores da fé, explicou.

Discriminação

A proibição da construção de minaretes restringiria a liberdade de religião de forma discriminatória, visto que unicamente os muçulmanos na Suíça seriam afetados. Todas as outras comunidades religiosas poderiam continuar construindo seus templos, disse Widmer-Schlumpf.
Segundo a ministra, a grande maioria da população muçulmana na Suíça aceita incondicionalmente as leis e a ordem social vigentes. Widmer-Schlumpf disse que a Confederação Helvética e os cantões dispõem de meios para agir efetivamente contra extremistas fundamentalistas.
Com a proibição da construção de minaretes na Suíça não haveria um único extremista islâmico a menos, declarou Widmer-Schlumpf. A suposição de que tal proibição teria algum efeito contra o fanatismo religioso é totalmente errada, continuou. A construção de cada minarete precisa de uma autorização. Isso significa, que as regulamentações de construção devem ser observadas, explicou a ministra.

Direitos e deveres

"Não é assim que simplesmente se possa construir minaretes de qualquer forma", disse Widmer-Schlumpf, lembrando que as autoridades, através de diversas leis, podem permitir a construção adequada de minaretes.
Segundo Widmer-Schlumpf, "a Suíça exige dos muçulmanos no país uma adaptação às regras válidas aqui. Em contrapartida, temos também de respeitar em sua essência pessoas que pensam diferente". Por todas estas razões, a ministra da Justiça recomenda, em nome de todo o Conselho Federal, a rejeição da iniciativa pelo eleitorado.

Cantões também são contra

Jean Studer, secretário estadual de Justiça, Segurança e Finanças de Neuchâtel, explicou a rejeição dos cantões à iniciativa. "Os cantões são da opinião de que a paz religiosa tem de ser muito ponderada nesta questão".
Também Studer disse que as autoridades têm a possibilidade de restringir a construção de minaretes através de várias leis, ou respectivamente, exigir que sejam projetadas em conformidade com os regulamentos.
O pastor Thomas Wipf, presidente do Conselho Suíço de Religiões (CSR) e do Conselho da Federação Suíça da Igreja Protestante, disse que o CSR rejeita por unanimidade a iniciativa contra minaretes.
Segundo ele, "a liberdade de religião implica que cada comunidade religiosa possa construir suas casas de culto de modo a responder às suas necessidades. Naturalmente dentro da lei. A iniciativa contra minaretes é instrumentalizada politicamente. O projeto é contraproducente e impede um diálogo", disse Wipf.
swissinfo.ch com agências

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ONU QUESTÕES NÃO RESOLVIDAS

Decisão da ONU pode afetar liberdade de minorias religiosas

Postada em: quarta-feira, 14 de outubro de 2009 15:36h  |  Missões  |  1 Comentário  |  A A A
Os cristãos estão sendo encorajados a assinar uma petição contra uma proposta da Organização das Nações Unidas que alguns dizem que poderá aumentar a perseguição religiosa.
A resolução para “Difamação das Religiões”, que foi apresentada na ONU há vários anos, busca criminalizar palavras ou ações que sejam contra uma religião em particular. Lindsay Vessey, juntamente com a Portas Abertas Estados Unidos, afirma que tal resolução foi proposta por representantes muçulmanos, como uma maneira para punir qualquer um que fale contra o islamismo.
Lindsay diz que a resolução pode ter um efeito negativo sobre os cristãos em países muçulmanos que são acusados de blasfêmia.
“Normalmente, não há julgamentos justos nesses países, e essas pessoas podem ser condenadas à prisão perpétua. Em alguns países eles correm o risco de serem executados. Então, é muito perigoso para os cristãos, judeus, baha’is, para todas as minorias religiosas. Também é perigoso para outros muçulmanos que não fazem parte do grupo dominante de islâmicos nesses países.”
Fonte: Missão Portas Abertas
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

acontece no peru

Constituição do Peru em tema de liberdade religiosa é exemplo para o mundo, diz perito

.- O Pe. Silverio Núñez, Doutor em Direito civil da Universidade Complutense de Madrid e membro da Real Academia de Jurisprudência e Legislação da Espanha, destacou que a Constituição Política do Peru é um exemplo em matéria de liberdade religiosa para outros países do mundo e por esta razão não deveria sofrer nenhuma mudança em seu conteúdo.

Ante a apresentação do projeto sobre liberdade religiosa, a Conferência Episcopal Peruana organizou uma conferência titulada "Estado, Confissões e Liberdade Religiosa" oferecido pelo mencionado sacerdote que se realizou no Congresso do Peru.

Neste evento estiveram pressentem o Presidente da CEP, Dom Miguel Cabrejos Vidarte; o Presidente do Congresso do Peru, Dr. Luis Alva Castro, e o jurista Alberto Borea. Frente a um auditório conformado por sacerdotes, religiosos, congressistas e intelectuais, o Padre Núñez destacou que a Constituição Política do Peru rechaçou o conceito de Estado laico e com isto considerou que a ignorância ou indiferença para o tema religioso seria inconstitucional.

"A Constituição valora o exercício da liberdade religiosa e ordena esta liberdade por parte dos poderes públicos, o qual deixa ver uma atitude positiva para as crenças religiosas", disse o perito sacerdote.

O Padre Núñez explicou que a liberdade religiosa é o sustento das demais liberdades e é, além disso, "a primeira condição para a paz. Um estado é autenticamente democrático se é que reconhece esta liberdade religiosa. A liberdade religiosa forma parte dos direitos naturais e está inscrita no ser humano".

Mais adiante o sacerdote se referiu ao artigo 50 da Constituição no qual se diz que "dentro de um regime de independência e autonomia, o Estado reconhece à Igreja Católica como elemento importante na formação histórica, cultural e moral do Peru, e presta a Ela sua colaboração".

Sobre este ponto assinalou que o Estado destaca a importância da Igreja Católica sem violar o princípio de liberdade religiosa: "o Estado Peruano reconhece a importância da Igreja Católica por sua contribuição com os aspectos histórico, cultural, social, educativo que teve durante décadas" como não o tem nenhuma outra confissão religiosa.

"Isto não quer dizer que todas as confissões religiosas não devem ter liberdade religiosa. Todas as religiões podem estabelecer relações com o Estado e a colaboração do Estado com as confissões religiosas deve ser obrigatória", precisou.

O sacerdote considerou que na atualidade o conceito de laicidade do estado é daninho para a sociedade porque reduz tudo à autonomia da ordem temporal o que dá lugar ao agnosticismo e ao ateísmo. "A religião é um fator da sociedade não do Estado, as pessoas não são a-confesionais, as instituições podem sê-lo, mas não as pessoas que conformam a sociedade", explicou.

Em relação à educação religiosa assinalou que é importante destacar que são os pais os que decidem qual será a educação de seus filhos e que o Estado não pode atuar contra a educação que desejam os pais para seus filhos.

Por sua parte o jurista Alberto Borea considerou que do preâmbulo da Constituição do Peru em que se diz "O Congresso Constituinte Democrático invocando a Deus Todo-poderoso" tem-se presente que o Estado é "crente" e que deve defender sua crença em Deus como parte de sua função.

O advogado considerou que a Constituição do Peru não deveria ter nenhuma mudança nos artigos referidos à liberdade religiosa ou de consciência porque constitucionalmente respondem à vocação da sociedade peruana.

Borea concluiu dizendo que o artigo referido à contribuição da Igreja Católica é fundamental e não se opõe à liberdade religiosa porque reconhece a importância histórica que teve e tem o Catolicismo na Constituição da República do Peru.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

aos que estão sofrendo na duvida

acontece na italia

Liga Norte quer prender quem usar burqa

08 Outubro 2009
Liga Norte quer prender quem usar burqa
Extremistas do Governo de Berlusconi apresentaram proposta para reformar lei de 1975 sobre objectos que impedem reconhecimento de pessoas
A Liga Norte, partido extremista e parceiro de coligação do Governo de Silvio Berlusconi, quer que o uso de roupas religiosas, como por exemplo o niqab e a burqa, seja castigado com uma pena de prisão até dois anos ou com uma multa de dois mil euros.
A proposta de lei foi apresentada na sexta-feira e está agora a ser avaliada pelo Parlamento. O texto, que poderia ser aprovado apenas pela maioria de direita, visa alterar a lei em vigor desde 1975 - a qual proíbe o uso de capacetes, de máscaras ou de qualquer outra coisa que impeça o reconhecimento da pessoa e esteja a ser usada sem "um motivo justificado".
É precisamente esta expressão que a Liga Norte pretende ver agora eliminada do texto, trocando-a por uma enumeração de razões que podem ser invocadas por quem quer tapar o rosto. A proposta de lei sublinha, porém, que entre os objectos que ficam proibidos "estão o vestuário utilizado por motivos de crença religiosa".
Tendo em conta que as roupas usadas pelas religiosas católicas não cobrem o rosto, restam apenas como alvos possíveis desta lei as vestimentas muçulmanas que cobrem a cara das mulheres, como é o caso do niqab e da burqa.
"Não somos racistas nem temos nada contra as muçulmanas, mas a lei deve ser igual para todos", declarou, citado pelas agências, o líder do grupo parlamentar da Liga Norte, Roberto Cota, defendendo que a proposta apresentada pelo seu partido visa apenas "clarificar a lei de 1975". A oposição já alertou que está em causa a liberdade religiosa em Itália.
Tags: GloboEuropa